Cada macaco no seu galho

Vivemos num prédio que é visitado por macacos. Os pregos, os de cheiro, os saguis-estrela. Os macaco-pregos são os mais frequentes. Aparecem nas janelas, sobem pelos fios, brincam na mata. E, se a gente deixar, entram em casa. Contato com a natureza é incrível, mas não é por isso que vamos exagerar e dar para eles biscoito recheado de chocolate.

Os macacos aparecem com frequencia justamente porque sabem que aqui vão encontrar comida. E acabam até invandindo as casas. Os biólogos sempre fazem apelos para que moradores e turistas não alimentem os animais.A alimentação humana faz mal para os próprios macacos. “Eles podem ter cáries e doenças, antes só presentes em humanos, tais como verminoses, diabetes e pressão alta”, diz a bióloga do Jardim Botânico, Cristiane Hollanda Rangel.

Uma atitude que também nos protege: o macaco-prego pode ficar agressivo se for acuado. Por isso que é preferível ficar longe (e não oferecer nem banana!) : “eles têm boa mordedura e caninos afiados. Podem rasgar até um tendão da vítima. Isso sem contar que elas vão ter que tomar vacina antirrábica”, explica Anderson Mendes Augusto, gerente de Biologia do Zoológico.

As invasões acontecem no inverno porque existem menos frutos na mata. A partir de setembro, outubro, as árvores voltam a frutificar. Repare como eles vão sumir!

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